
As coisas vulgares que há na vida Não deixam saudades
Só as lembranças que doem ou fazem sorrir
Há gente que fica na históriada história da gente
e outras de quem nem o nome lembramos ouvir
São emoções que dão vida à saudade que trago
Aquelas que tive contigo e acabei por perder
Há dias que marcam a alma e a vida da gente
e aquele em que tu me deixast e não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva há instantes morrera
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro trazendo a saudade ...
Bjos e abraços:
C.F 09*

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